(Adyr Pacheco)
Ó homens loucos
De lucidez encravada.
Ó almas loucas
De consciência alterada.
Abortai do útero
A insensatez
Do malfadado ato,
A heresia de teu credo
Presença obscura do ego.
E foge de teu ser
Na abstrata presença
Onírica do caos
Sem sentido no espaço
No ocaso do eco.
Ó insensatos
Que espectros navegais
Entre os absurdos
Das próprias torpezas
Em tantos ais.
Onde está a consciência
Dos chamados racionais?...
(Florianópolis 10/10/02 - 16:45)
quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010
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