(Adyr Pacheco)
Noite de solidão à luz da lua
Choram saudosos na deserta rua,
Plangentes violões em nostalgia
Nos acordes sonoros da boemia.
Cínico, vadias nas noites sombrias,
Nas cordas vibrantes das suas melodias
Testemunho de alegrias tristezas e dores,
Dos muitos amantes e falsos amores.
Madeiro amado és meu conselheiro
Das noites insones em nostalgia,
Leal amigo no solitário calvário;
Perfumas a alma de teu companheiro,
Madeiro amigo sincero parceiro
Teu som celestial é bálsamo ao seresteiro.
(Florianópolis 01/12/99 -10:30)


LINDO TEXTO
ResponderExcluirGRANDE VIOLAO
MAGNIFICO COMPANHEIRO,rsrsrsr
bjuz ,otima quinta...