(Adyr Pacheco)

Tenho medo do vazio
Que o nada me oferta.Quero a minha porta aberta,
Janelas sem trancas
E portão sem tramelas.
Sem chorumelas envelhecer,
Ter sempre as mãos
Para estender,
A quem minha casa adentrar.
Assim eu quero viver;
Tendo o coração alegre,
Sorriso solto sem disfarce,
De jeito um pouco moleque.
E quando este mundo deixar
Possam todos compreender,
Que o meu coração foi criança,
Temendo um dia morrer.
(Fkorianópolis 10/11/03 - 12:30)

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