
Equacionam-se mundos
No desencontro de idéias,
Forjando-se ideais
Entre substâncias deletérias.
E a matéria
Que bruta me olha,
Oferta a esmola
Da transitória escola.
E na escolha,
O meu desejo aflora-se
Não vendo a hora
Da exigência do beijo.
E me deixo levar
Ao altar da hipocrisia,
Embalando-me na fantasia
Da ilusão que se agasalha.
E o agasalho roto,
No tempo e espaço
Define-se no ébrio,
Na coreografia
Dos seus passos.
(Florianópolis 23/11/02 -11:00)

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