Idéias contemplam
Em gozo os sábios,
Ser ou não ser
Usando os olhos de ver,
Na oculta interpretação
Das coisas veladas.
No nada susceptível
Das verdades seladas,
Em fúteis palavras faladas
Inúteis como o nada,
Ao nada metafísico
O silêncio se resume.
E o sábio
Que lucidamente sabe
Que nada sabe,
Humildemente observa.
E observa o sábio
Na altivez de seu semblante.
A alquimia divina,
A erva no campo,
O canto da natureza
E toda beleza
No universo a vibrar.
E sente a vida estuante
A ensinar... ensinar e ensinar!...
(Florianópolis 26/07/01 - 22:15)


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