(Adyr Pacheco)
De si
Deixa o Ser de ser.
Ali
No fundo do poço
Distendido sem luz,
A parede observa.
Tempo de si,
Sob as sombras solitárias
Na evidência
Que o enigma borda.E o menino no seu riso,
Contempla a luz
Que já foi plena.
(Florianópolis 15/11/02 - 18:15)


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