Quero beber das estrelas,
Na boêmia noite
Que me suga.
Quero beber do adeus,
No abandono dos olhos
Que se fecham.
Beber da luz,
Na alma poética da noite
A inebriar-me o espírito,
No incógnito domínio
De uma imagem.
No enigma das palavras,
Das frases inacabadas
Quero beber...
Dos versos pronunciados,
Confidenciados no silêncio
... Que és minha amada.
(Natal - RN 29/10/2000 - 14:25 )


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